Ricardo Fonseca

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Tudo publicado por Ricardo Fonseca

  1. Eu aconselho a reduzires a população do aquário, particularmente o número de discus... Cumps.
  2. Não fui à exposição, mas só de ver essas pérolas fico arrependido. Já houve uma altura em que mantive algumas espécies de anabantídeos, mas nunca as que verdadeiramente procurava (eram impossíveis de arranjar). A única menos habitual que mantive e criei foi a do Betta imbelis, contudo nunca consegui me desfazer das crias com facilidade pois como me diziam: "com essas barbatanas tão curtas esses Bettas não têm piada"... enfim! Cumps.
  3. Os gibbiceps têm a cauda lirada e têm uma risca transversal a atravessar o olho... não me parece que sejam!
  4. Pelo que pesquisei, vocês chamam lambaris aos caracídeos do género Astyanax. Cumps.
  5. Parece-me, contudo, um Ap. gibbiceps. Cumps
  6. O ideal seria uma foto em que os Apistos tivessem as barbatanas abertas... sem isso é virtualmente impossível uma identificação com algum grau de certeza. Cumps.
  7. Ok... esclarecido. Vou conferenciar com a patroa a ver se ela quer ir. Só que eu Torres não conheço muito bem...
  8. Provavelmente não poderei ir... mas pergunto: - porquê em Torres Vedras, come-se tão bem na Ericeira e em Mafra Cumps
  9. Habitante orgulhoso da "metrópole" de Ribamar...
  10. Só se tiver a barbatana anal ratada ou for algum apuramento maluco... hmmmm... para ser borelli é um borelli mutante e parece-me demasiado grandote para isso... mas as fotos não são, de todo, elucidativas. Cumps.
  11. Mikrogeophagus ramirezi (sem acentos no ramirezi). Cumps
  12. Agassizi não é, a cauda não tem nada a ver... gephyra também não... precisava de fotos com mais qualidade e mais pormenor para identificar... uma coisa é certa, são dois machos!
  13. Belo projecto... começo a gostar de Malawis, principalmente dos Eretmodus... LOL ... brincadeira à parte e preferências à parte... um belo projecto apesar de não ser a minha fauna de eleição. Parabéns... Por falar nisso, onde anda esse caramelo que nunca mais soube nada dele! Abraço
  14. A designação Papilochromis já não se encontra correcta há algum tempo, o género é hoje designado por Mikrogeophagus e presumo que te refiras ao M. ramirezi. Seja como for, nessas dimensões, um casal será o aconselhável.
  15. Bentes, não te querendo contradizer, até porque acho má política manter rock-dwellers em menos de 80 a 100 litros, o casal de N. splendens que licitei na Convenção APC do ano passado, e que era teu, reproduziu-se num dos "penicos de exposição" que nem 25 l tinha... a descendência cresceu sem defeitos, embora com muitas perdas... só depois de os transferir para 120 litros é que melhorou, mas os resitentes de 3 posturas em mês e meio chegaram a adultos saudáveis. Abraço
  16. Sem dúvida que do ponto de vista da qualidade da água, quanto maior circulação, melhor... contudo, se tirarmos as espécies rochosas de "surge", dificilmente no lago haverá tanta movimentação. Nos reefs sim, a movimentação é brutal e as correntes fortíssimas e alternadas e contraditórias... a nível de água doce não creio mesmo que a generalidade dos peixes se sinta a levar tanta "porrada" da água... só os de rápidos como alguns L's. Imagine-se, então, esses níveis de circulação com Discus, Escalares, etc. ... os peixes seriam literalmente arrastados. Claro que os cilcídeos dos lagos africanos, mas aptos a natação rápida, aguentarão melhor, mas será que para além dos Eretmodus e afins, eles se sentem bem com tanta corrente?! Sinceramente não sei... Abraço
  17. Espuma de poliutereno alisada e uma placa de acrílico fino por cima creio que te resolvia o problema. O acrílico tinha onde assentar e, inclusive, ficas com isolamento térmico. Depois é só limpar os excessos da espuma e colocar silicone em redor... creio que era uma boa solução! :D
  18. Dei de caras com este tópico enquanto passava os olhos pelo forum e nem fui à procura do que deu origem a este desabafo... não é preciso, conheço as razões do desabafo de ginjeira! Não sou sócio da APK nem mantenho killies... tentei, em tempo, manter uns F. gardneri - não me lembro da população -, mas por razões que desconheço não fui nada feliz! Não me surpreende os julgamentos que, pelos vistos, alguém fez em relação à APK... o que me espanta é que a APK esteja sob este fogo dado o diminuto impacto económico da actividade a que se dedicam... julgava tal mais vulgar em relação a associações que mexem, de certa forma, no mercado podendo implicar no maior ou menor lucro deste ou daquele. Como disse nunca fui membro da APK e, contudo, conheço pessoalmente alguns dos seus membros. Para falar nos que já foram citados, conheço pessoalmente o Alberto Reis, pessoa que muito prezo. Toda esta introdução serve, talvez, para referir que parece existir uma certa má vontade em relação às associações - que julgava impensável pelas razoes que já referi em relação à APK - motivada por alguns factores facilmente identificáveis. A inveja por alguém ter iniciado um projecto no qual se gostaria de ter protagonismo é uma delas, tal como é a ideia de que "os gajos" andam de certeza a ganhar algum, ou o de que "eu sei muito mais que eles todos juntos". Estas são algumas das razões que acho que motivam este constante atacar de projectos que outros constroem, como se diz em inglês, "out of the goodness of their hearts". Tantas vezes se tenta ser politicamente correcto na resposta a acusações infundadas e que custam ouvir, mas por vezes torna-se necessário explodir... como diz o povo, quem não se sente não é filho de boa gente. Pelos vistos é mesmo mais fácil mandar abaixo do que ajudar a construir e só quem está dentro destes projectos é que tem noção do que uma ou duas palavras infundadas podem magoar. Não quero com isto ofender ninguém, quero apenas chamar a atenção para uma realidade dura que aqueles com que querem ajudar e difundir se deparam... é a todos os títulos de lamentar. Cumps
  19. Já pediste ao Bentes os manuais escolares para as frontosas?! Frontosas com pexe tão piqueno eu não sei se arriscava... espero que te corra bem, boa sorte! Agora queremos ver a montagem... fotos... fotos... fotos! Abraço
  20. Boas... o Tanganika é um mundo! Tudo vai depender daquilo que mais apreciares... desde feather fins a tropheus, petros e eretmodus, fairys a outros rock dwellers, sand dwelleres e cypris e paracypris... etc. etc. há muita, mas mesmo muita coisa. O melhor que farás será ir lendo umas coisas, vendo umas fotos, vendo outros setups de tangas e, quando tiveres algumas preferências trazes aqui a discussão à malta que é para termos oportunidade de mandar uns bitaites sobre o teu aquário e nos desentendermos quanto aos conselhos... ehehhehe... é que cada um tem a sua experiência e o que resulta para um nem sempre resulta para outro! Cumps
  21. Tenho elodeas no meu lago, mas ainda em número insuficiente para os efeitos pretendidos, mas uma planta que também é "oxigenantante" e que já me deu alguns bons resultados é a Myriohylum aquaticum... plantas flutuantes são, também, boas para reduzir os nutrientes disponíveis na coluna de água e baixar a intensidade de algas. Cumps
  22. O que vale em Portugal é o acessível preço das energias alternativas, designadamente as destinadas à micro-geração... vê-se mesmo que há por cá um forte investimento na independência do petróleo!!! cof... cof... cof...
  23. Eu diria que é preciso um pouco de cuidado com os valores medidos à saída da torneira... já perdi uma colónia de "sumbus" à custa de quedas de pH. Convém sempre deixar assentar a água umas horas e depois medir... A água na minha zona sai com pH de 8.0 a 8.2 e, geralmente, não preciso de lhe adicionar quase nada - eventualmente um pouco de bicarbonato de sódio e ainda estou a testar o efeito a médio longo prazo do carbonato de cálcio - sendo que tenho os tangas quase todos a criar sem deficiências e a apresentar excelentes cores, contudo e ocasionalmente tenho uma queda dos parâmetros na água de rede, pelo que deixei de confiar nos parâmetros habituais. De qualquer maneira, Diogo, os teus peixes estão em excelente forma... os meus parabéns.
  24. Eheheh... que show!
  25. Não sou grande conhecedor de malawis, pelo que não sei até que ponto as pedras são fundamentais para "cortar" a visibilidade dos peixes em relação aos outros, aí creio que terás mais conhecimentos que eu, a minha referência seria mais do ponto de vista estético e de aproximação ao biótopo! Cumps