Ricardo Fonseca

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Tudo publicado por Ricardo Fonseca

  1. Bom... não me leves a mal, mas para manter um exemplar de cada espécie, sem qualquer intuito de os reproduzir, sugiro que mudes a preferência para outras famílias de peixes, ou mesmo para água salgada... com um aquário maior poderia sugerir-te, também, Malawi só com machos. Escolher Tanganika para perder o melhor que eles têm para nos mostrar que são os seus comportamentos sociais e reprodutivos, é um desperdício de espaço e os peixes dificilmente se dariam em condições. Cumps.
  2. Mantenho e crio Kribs há mais de 10 anos e já vi de tudo... de tudo mesmo, incluindo coisas que não vêm nos livros. Contudo uma precaução com qualquer ciclídeo... eles são territoriais e defendem a prole. Dito isto, mistura-lo com guppies, bettas, ou outros peixes lentos e com pouca envergadura não é boa ideia. Camarões são também uma óptima opção para acompanhar os kribs... pelo menos no que aos kribs diz respeito já que eles no seu estado selvagem se alimentam muito de crustáceos... já os camarões são capazes de não achar grande piada. Quanto ao pH ser preferencialmente ácido, é falso... os kribs adaptam-se bem a qualquer pH desde que não demasiado extremo... chegam a viver em águas salobras. Cumps
  3. Bom... pretendes ter um exemplar de cada espécie? ... não será propriamente a melhor maneira de observar o seu comportamento... repensa la isso!
  4. Eu bem que avisei ... boa sorte com isso
  5. A razão do risco de algumas espécies de caracídeos não tem nada a ver com a sua captura, mas sim a ver quanto aos efeitos secundários da utilização de venenos na pescca com fins alimentares... o desaparecimento do habitat natural é também uma fonte de preocupações.
  6. O aquário está bonito, mas... uma advertência: muito cuidado com o efeito acidificador desses troncos! Quanto à fauna, eu tive problemas, em 120 litros, entre N. splendens e N. multifasciatus... por isso recomendo muita atenção. Cumps.
  7. Com esse parâmetros ou ciclídeos fluviais africanos ou sul-americanos... Cumps
  8. Bom... os cacatuoides de cativeiro são dos Apistogrammas mais tolerantes que se podem encontrar... os selvagens não serão tanto, pelo que embora não careçam de pHs muito baixos nem de águas muito macias, será aconselhável manter no máximo níveis a rondar a neutralidade da água. Quanto ao tamanho do aquário, nunca abaixo dos 60cm de frente por 30cm de profundidade, sendo que quanto maior, melhor. Cumps.
  9. Bom... ao contrário do que pode parecer, os ciclídeos anões sul-americanos não serão os mais fáceis de manter e reproduzir... há contudo algumas espécies mais fáceis, particularmente se falarmos em formas de aquário - "ciclídeos de aviário": - Apistogramma borellii; - Apistogramma cacatuoides; ... desaconselho os M. ramirezi que, sendo muito bonitos, são demasiado sensíveis e têm uma duração de tempo de vida muito curta. Depois tens sempre os anões africanos do género Pelvicachromis, designadamente o pulcher, que esse sim é tremendamente tolerante e muito prolífico. Alguns Hemichromis também são de fácil manutenção e fácil reprodução e muito bonitos também, embora já não tão anões. Cumps
  10. Claro que lhe vais continuar a chamar o nome comercial... não é isso que está em causa
  11. Mais 3 fotos de macs F1 com cerca de 9 semanas:
  12. Podes ver um Ap. macmasteri F0 aqui: Apistogramma macmasteri Abraço
  13. Um dos fóruns em que participo alguma coisa, mas principalmente leio o Anto já te deu o link... depois muita da informação que obtenho advém da troca de e-mails. Se quiseres aprofundar o conhecimento sobre Apistogrammas há alguma litereatura que te posso aconselhar... é só dizeres! Abraço
  14. Exacto Anto... essa é alguma da informação existente. Sei que existem, como já afirmei, na Alemanha creio que na posse do Dr. Uwe Römer verdadeiros viejitas. Também na Holanda há quem mantenha a espécie, creio que exemplares de proveniência alemã. Mesmo no que toca aos macmasteris existentes no mercado, são demasiado coloridos para estarem, sequer, perto da sua forma selvagem... são os "red back", "red shoulder" ou "Rotrucken" que são, como dizes, os A121, sendo que os que eu mantenho foram identificados como sendo os A120 "wild form". El4es podem ser vistos no meu tópico ou nas fotos que neste tópico deixei. Cumps
  15. Hugo... quanto ao "alguedo" acredita que não era crítica... os meus aquários também o têm e não me preocupo com isso... no meio do alguedo desenvolvem-se infusórios óptimos para alimentar os alevins. Os aquários de água cristalina, vidros impecáveis e areia limpa são óptimos para exibição, mas não são os melhores ambientes para reprodução e crescimento dos alevins... aí é importante ter a água limpa (isto é, com reduzidos compostos azotados e boa oxigenação), mas o resto não tem problema nenhum em estar "sujo". Quanto aos viejita, posso garantir-te que, com informação dos maiores peritos, a nivel mundial, de anões sul-americanos, que os teus não o são. Os viejita têm a cauda arredondada e o bordo vermelho mais escuro rodeia toda a cauda. Dentros dos macmasteri há várias populações e dentro do complexo macmasteri há várias espécie não descritas, próximas do macmasteri, mas não identicas... Viejitas há, como te disse, duas pessoas que os têm actualmente no hobbie e nenhuma delas está em Portugal. Abraço e boa sorte com os teus.
  16. Aquilo deve ser alguedo com fartura no vidro... pelo menos no lateral vêm-se os alevins a debicar!
  17. Pois... e diz-me, onde já viste disso no habitat dos Apistogrammas?! Cumps
  18. Anto, sim... isto são exemplares resultado de apuramento. Consta que resultam de vários cruzamentos de várias espécies do complexo macmasteri, não se sabendo ao certo de quais. Sangue de macmasteri têm certamente, muito mais que de viejita olhado para a cauda e forma da marca do pedunculo caudal.
  19. Anto... eu não tenho qualquer dúvida que não se tratam de verdadeiros viejita... tanto mais que os fabform são apuramentos feitos a partir de macmasteris "red shoulder" eventualmente, segundo algumas informações, cruzados com viejitas... embora tal facto seja improvável. Segundo informações altamente fiáveis só existem duas pessoas a manter verdadeiras populações de viejita, uma na Alemanha e outra na Holanda, sendo que em breve existirá em Inglaterra também e espero, que depois, em Portugal. A nota que fazes para a coloração, deve-se ao apuramento... para tanto pesquisa macmasteri "red shoulder" e compara com estas fotos: ... aqui tens várias fotos de macs selvagens, da mesma população, em vários estádios de desenvolvimento... mais logo coloco uma foto de um com a dorsal aberta para comparares. Cumps
  20. Anto... eu não tenho qualquer dúvida que não se tratam de verdadeiros viejita... tanto mais que os fabform são apuramentos feitos a partir de macmasteris "red shoulder" eventualmente, segundo algumas informações, cruzados com viejitas... embora tal facto seja improvável. Segundo informações altamente fiáveis só existem duas pessoas a manter verdadeiras populações de viejita, uma na Alemanha e outra na Holanda, sendo que em breve existirá em Inglaterra também e espero, que depois, em Portugal. A nota que fazes para a coloração, deve-se ao apuramento... para tanto pesquisa macmasteri "red shoulder" e compara com estas fotos: ... aqui tens várias fotos de macs selvagens, da mesma população, em vários estádios de desenvolvimento... mais logo coloco uma foto de um com a dorsal aberta para comparares. Cumps
  21. O que é água cristalina?!
  22. Boas... nos macmasteri (e não só), que é na verdade a espécie que manténs, ou pelo menos um apuramento/cruzamento com base no macmasteri, pode ser mesmo impossível, até à apresentação do amarelo nupcial, a identicação conclusiva de fêmeas. Existem muitos machos dominados que, para poderem andar pelo território dos dominantes sem serem atacados, mantêm uma fisionomia idêntica à das fêmeas só desenvolvendo características morfológicas de macho quando são isolados desses territórios. Abraço e boa sorte com a prole.
  23. Boas... ... vai para aí um confusão dos diabos. Os Papilochromis encontram-se, hoje, classificados como Mikrogeophagus e abrangem os ramirezi, os altispinosa e umas espécies próximas do altispinosa classificadas como sp. "população". Assim não sei ao que te referes com Papilochromis... por outro lado eu diria que com 2 casais de ramirezi já tens população que baste, quem sabe demais, para a área do aquário. Meter aí um casal de Apistogrammas, ainda pr cima os belicosos cacatuoides, iria causar o pandemónio. O meu conselho seria até desfazeres-te de um dos casais de ramirezi, para não mistures formas de aquário... meter mais ciclídeos, aí, parece-me um risco desnecessário. Cumps.
  24. Nem curviceps, nem Aequidens... ... o bicho já foi identificado!
  25. Não será das espécies que mais aprecio, particularmente com os apuramentos de que foi alvo, mas não é por isso que vou deixar de te dar os parabéns pelo sucesso na sua manutenção... ... boa sorte com os alevins. Cumps