eduardo7397

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  1. ola pessoal, tenho uma resun lampada florescente rosada,e queria saber qual é a diferença dela para uma luz do dia? vlw
  2. Este artigo tem por finalidade prover um melhor entendimento dos equipamentos com lâmpadas ultravioletas, esclarecer dúvidas e melhorar o desempenho, mostrando alguns pequenos detalhes que influenciam para a longevidade do produto. Principal função. Os raios UV’s tem diversas finalidades, no aquarismo seu uso auxilia muito a vida dos aquaristas: no controle de algas. Esses raios exterminam as algas unicelulares (aquelas que deixam o aquário ou lago com a água verde) quando ainda são esporos, ou seja, quando estão em fase de reprodução; no controle de outros microorganismos. Os raios UV’s são utilizados também para controle de agentes patogênicos como alguns protozoários pois tem efeito bacteriostático. Por que não bactericida? a filtragem por UV não extermina todas as bactérias, se não também não haveria vida no aquário, ela apenas controla o crescimento em excesso, eliminando as que ficam em suspensão na água que conseqüentemente irão através da bomba passar pela lâmpada. No aquário a quantidade de bactérias em suspensão é muito maior que a do ambiente natural, isso ocorre pois, nos sistemas fechados como tanques e aquários a renovação de água é menor e a poluição é maior. Devido a grande oferta de alimento (matéria orgânica), e o conseqüente aumento do consumo de oxigênio (pelo crescimento excessivo das bactérias) os outros seres vivos do seu sistema (peixes) irão sofrer em um ambiente pobre em O2 pois irá acontecer uma competição por este elemento vital aos seres vivos. O ultravioleta quanto à lâmpada. Existem três tipos de lâmpadas mais usadas nesses equipamentos: as conhecidas lâmpadas fluorescentes comuns T10 e T8, foram as primeiras utilizadas no mercado, mas logo foram substituídas pelas lâmpadas fluorescentes compactas de melhor tecnologia; as PL’s ou lâmpadas compactas são usadas até hoje em grande parte dos equipamentos por sua elevada eficiência, mais ainda não era o que havia de melhor para essa finalidade no mercado aquarístico; (modelos da TetraPond e Azoo) mais modernas que as PL’s as lâmpadas com tecnologia T5 já existiam a mais ou menos 10 anos nos EUA mas só agora começaram a ser popularizadas e comercializadas no Brasil em grande escala. Aliando tecnologia e design (as T5 são lâmpadas mais finas e compridas) são a solução perfeita para o uso em sistemas ultravioleta. (modelos da Boyu e Laguna) O ultravioleta quanto a luva de quartzo. Muitas pessoas compram ultravioletas que deixam a lâmpada em contato direto com a água, achando que o único papel dessa peça é a proteção da lâmpada, para não sujar, quebrar etc. Mas a verdade não é essa, a luva é muito importante no sistema pois permite que a lâmpada esquente (trabalhe na temperatura ideal) e atinja o seu máximo de intensidade. Ex.: quando ligamos certos tipos de lâmpadas elas demoram um tempinho para atingir a temperatura ideal que irá produzir a máxima intensidade de luz, isso também acontece com a lâmpada UV. Quando ela está em contato direto com a água, a mesma não permite que a temperatura da lâmpada aumente diminuindo sua capacidade de esterilização (dependendo da lâmpada em até 50%). Como o vidro é um material impermeável a raios UV, o material mais usado para tal finalidade é o quartzo. Os raios UV atravessam esse material com grande facilidade por isso é muito importante atestarmos que o ultravioleta que iremos comprar tem a luva feita de quartzo. De nada adiantará, economizar na compra de uma luva e tê-la simplesmente para manter a temperatura da lâmpada se os raios UV’s não conseguirem atingirem o seu alvo, ou seja, os esporos de algas ou agentes patogênicos que queremos eliminar da água. O ultravioleta quanto ao invólucro. Devemos levar em consideração o comprimento, a espessura e o vortex. Quanto maior for o comprimento do invólucro maior será o tamanho da lâmpada, e isso é muito bom, principalmente se ela for T5, neste caso existe um maior tempo de exposição da água a ser tratada pelos raios ultravioletas. A espessura do aparelho, ou seja, a distância entre a água e a lâmpada também é um fator importante pois a capacidade de penetração dos raios UV é baixa, só sendo efetiva muito próxima à fonte de luz. Todos nós algum dia de nossas vidas já paramos para observar esse detalhe, que relataremos trata-se de uma coisa corriqueira mas que poderá ajudá-lo a obter ainda mais eficiência no seu filtro UV. Quando abrimos a torneira de nossa casa e a água cai, ela desce pelo encanamento em círculos (espiral), isso é um fenômeno físico devido ao movimento terrestre, aqui no Brasil como estamos abaixo da linha do Equador o caminho que a água faz é no sentido horário. Em alguns UV’s profissionais vendidos no mercado esse princípio é usado como aliado para aumentar a eficácia do produto (vortex) (modelos da Boyu, TetraPond, Azoo e Laguna). Se a água passar pela lâmpada em círculos ela estará mais vezes em contato com os raios UV’s. Para dar uma “mãozinha” a esse fenômeno natural incline o aparelho levemente permitindo que a água entre e forme o vortex. Sabendo desses aspectos é possível aumentar e muito a durabilidade e eficácia do produto, só temos que lembrar também que os raios UV, devem ser usados para acabar com as algas e bactérias, ajudando a manter a água do aquário cristalina e não acabar com a sujeira do nosso aquário. Utilize sempre em conjunto com ao menos uma filtragem mecânica. Não podemos depender do uso exclusivo da lâmpada para resolvermos todos os problemas, é preciso ter um sistema de filtragem compatível com a necessidade do aquário ou lago, levando em conta a biomassa (quantidade de animais vivos no sistema) e o volume do mesmo. Principalmente em um lago, onde a quantidade de água é muito grande e os peixes como as carpas (animais de grande porte) excretam mais aumentando o crescimento das algas e bactérias.
  3. A circulação de água em aquários de recifes de corais gera sempre muita polêmica, muitas vezes por causa de mal-entendidos. Nos primórdios do aquarismo de recifes de corais, nem se desconfiava que era necessária uma boa circulação, e mantinha-se por algum tempo corais de vários tipos dentro de aquário construídos para peixes. Os corais tinham uma sobrevida sofrível, e depois de algum tempo morriam. Claro que não apenas por causa disso, mas um dos fatores importantes para mantê-los por mais tempo vivos é a boa circulação de água. Após a criação dos filtros dry wet, uma adaptação de um sistema de limpeza de rios e águas servidas das grandes cidades, resolveu-se montar aquários com uma circulação de água maior, pois o filtro dry wet precisa de uma grande taxa de circulação de água sobre si para funcionar a todo vapor. Quanto mais circulação, o filtro obtém maior a taxa de nitrificação em menor tempo. Por conta disso, quando os primeiros aquários de rochas vivas foram montados, o erro de manter uma enorme circulação de água do aquário para o reservatório ( já desprovido de bioballs ou qualquer outra mídia filtrante) permaneceu. Esse problema persiste até hoje. Seja porque os lojistas gostem de vender bombas caras – pois essas bombas que promovem alta taxa de recalque de água são bem mais caras – seja por desconhecimento, o fato é que a coisa está assim. Bombas fortíssimas – já ouvi casos de aquários de pouco mais de 100 litros funcionarem com bombas de mais de 4000 litros por hora – são colocadas para funcionar em aquários que não precisariam nem de uma vigésima parte disso. As conseqüências; água quente, exagero de circulação de água, com areia que não pára no lugar, e corais que são arrancados de suas bases ou esqueletos. A água fica quente porque essas bombas foram feitas para circular água de aquários grandes, onde a dissipação do calor na água faria pouco efeito no cômputo geral. A circulação excessiva de água promove alguns locais do aquário em que se torna proibitiva a colocação de corais. A movimentação é tão grande que um coral não consegue parar no lugar, em alguns pontos do aquário. Excesso de movimentação faz mal aos animais, porque força seu tecido mole de encontro ao esqueleto ou base, de maneira a cortar a parte mais macia ou até mesmo arrancar o pólipo do coral. É imperativo, portanto, não exagerar, provendo o aquário de forte movimentação de água, sem no entanto incorrer em risco aos animais. Existem diversas modalidades de movimentação de água, a saber: Laminar, ou de superfície – É a movimentação mais próxima da superfície, importante para uma boa troca de gases entre a água e o ar imediatamente acima. A água salgada tem uma capacidade relativamente baixa de manter oxigênio dissolvido se comparada à água doce. A saturação de oxigênio da água salgada encontra-se em torno de 7 mg/L, e é relativamente difícil manter esse nível. Principalmente à noite, quando as algas estão respirando, e portanto não produzindo O2 via fotossíntese, é muito difícil manter a concentração de O2 sequer perto da saturação. Já sabemos que com skimmer de boa qualidade e apropriadamente dimensionado para o aquário, esse problema pode ser minorado. Outra maneira de aumentar a dissolução de O2 na água é por meio de produzir uma boa movimentação de água na superfície do aquário. Fazer com que a água agite a superfície de água do aquário aumenta a superfície da interface ar/água, e consequentemente potencializa as trocas de gases entre esses dois meios. É, então, muito importante agitar a superfície da água. Faz-se isso de diversas maneiras; a mais simples é usar a água do retorno do reservatório do aquário, geralmente movimentada por sua bomba d’água de maior vazão. Retornar a água do reservatório pela superfície é bastante importante, e não causa problema nenhum. Como geralmente a água que vem do reservatório foi previamente tratada pelo skimmer e resfriada pelo chiller, possui características físicas diferentes da água circundante, suficientes para que tenda a "afundar" mais rapidamente do que o normal. Água fria tende ir de encontro ao fundo, portanto dizer que se a água do aquário sai e volta pela superfície não há troca de água no próprio aquário é pura bobagem. Além disso, usamos bombas fortes o bastante para movimentar entre o reservatório e o aquário um considerável volume de água por hora, de maneira que dificilmente a água não encontra uma homogeneidade razoável em pequeno espaço de tempo. As alternativas de retorno de água, como por exemplo o muito difundido retorno de água pelo fundo, são completamente desaconselháveis. O fundo de aquários com filtro denitrificador deve possuir movimentação de água suave, a fim de não forçar a água de sob a areia a subir muito rapidamente. Digo isso por experiência própria; já resolvi problemas de aquários com mais de seis meses e persistente presença de nitratos apenas por mudar as posições de suas bombas internas. O que buscamos, portanto, tomando por conta a movimentação de água do aquário como um todo, é justamente um equilíbrio entre a estratificação, com alta velocidade de água junto à superfície e uma leve movimentação perto do fundo. Se a bomba principal do aquário soltar a água perto da superfície, e se for possível dividir a força de sua saída usando-se mais de um tubo de descarga, conseguimos isso com facilidade. Interno – O movimento de água interno do aquário é mais complicado de se estipular, pois deve-se buscar obter forte movimentação, atingindo todo o aquário, sem no entanto perturbar o fundo de areia nem prejudicar os corais. Certamente, a maneira mais simples de se restringir o movimento de água dentro do aquário é colocando as bombas internas entre as rochas. Fazendo isso, a água sai das bombas e vai, muito provavelmente, de encontro aos vidros ou rochas, e por uma simples questão de vetores, tem sua força dissipada. A preferência de muitos aquaristas por esconder as bombas internas de maneira a não poluir visualmente o ambiente tem a contrapartida de obrigá-lo a usar muitas bombas para surtir o efeito desejado de movimentação interna de água. De toda forma, o maior problema será o aquecimento que a água sofrerá por conta de todas as bombas necessárias para que surtam o mesmo efeito que poucas bombas fariam se colocadas fora das rochas. O uso de bombas fixas contra os vidros do aquário, ligadas ou não a um wave maker, é bem mais racional do que escondê-las entre as rochas, pois os jatos de água podem ser direcionados de acordo com a necessidade, sem que batam em nada antes de promoverem a maior circulação possível de água. Ligando-as a um wave maker, obtemos a vantagem de oscilar as correntes de água. Isso nos traz muitas vantagens, pois são as várias possibilidades que esses aparelhos apresentam de movimentar a água por ligar e desligar as bombas a certos intervalos de tempo. Usando o wave maker, e conectando-se as bombas a aparelhos que as movimentam, chamados de gira-giras, é possível obter o máximo de aproveitamento do uso das bombas internas. O inconveniente de termos bombas à vista do observador são suplantados de longe pelas vantagens. Ligando as bombas a gira-giras, e a um wave maker, temos a oscilação de corrente proporcionada a cada bomba somada ao liga-desliga provocado pelo wave maker, tornando o sistema totalmente randônico e portanto, mais parecido com a movimentação da água que se encontra nos recifes. Turbulência É o tipo de movimento provocado quando correntes de água de direções diferentes se encontram. A água forma pequenos redemoinhos, e movimenta-se de maneira imprevisível, provocando uma verdadeira escovação na superfície dos corais em seu caminho. Esse tipo de movimento de água beneficia os animais por tirar de sobre deles qualquer material que se acumule, estimulando também a circulação de água dentro de seus corpos, e a troca de gases com a água. Uma bomba ligada direto, sem interrupção, gera uma corrente de água unidirecional. É melhor do que nada, mas não traz muito benefício porque a água "acostuma" a fazer determinado caminho, mesmo levando em conta sua natureza fluida, e os corais atingidos por essa corrente recebem-na sempre da mesma forma, também "viciando" na direção da água. Se houver acúmulo de detritos do lado que não recebe correntes de água, o animal pode ser prejudicado. Se ligamos duas ou mais bombas, também sem interrupção, teremos turbulência e uma ligeira variação nas correntes, pois a água começa a apresentar um pouco de variação em suas direções, à medida em que as correntes de várias bombas se encontram. Já quando se liga as bombas a um wave maker, a programação de liga-desliga das bombas provê maneiras com que as correntes variem, tanto em direção quanto em intensidade. Isso é muito importante, pois os corais recebem água de várias direções, e em várias intensidades, tornando o processo de escovação da água muito mais eficiente. Se todo o aparato for, além de variável, oscilatório, o que se faz ligando cada bomba a um gira-gira, obtemos uma movimentação de água ideal. De acordo com os intervalos de cada modalidade de número de bombas ligadas que o wave maker impõe, ainda temos o movimento de cada bomba, maximizando o processo de turbulência e atingindo quase com certeza todos os pontos do aquário. Pode-se, inclusive, utilizar menos bombas para obter o mesmo resultado, e por conseqüência aquece-se menos a água. Apesar de ser completamente contra colocar regras rígidas, passo abaixo alguns volumes de aquários mais comuns, e as bombas e equipamentos que podemos adaptar a eles para otimizar os sistemas de movimentação de água, levando em conta que a posição das bombas não sejam direcionadas para baixo, para não prejudicar o filtro denitrificador. Volume (lts) | Principal | Internas | Gira giras | Wave maker 200............1000 l/h....2 x 900 l/h........2................Sim 300............2000 l/h....2 x 1200 l/h......2................Sim 500............4000 l/h....2 x 1600 l/h......2................Sim 750............4000 l/h....4 x 1600 l/h......4................Sim 1000..........4000 l/h....4 x 3000 l/h......4................Sim Principal – vazão da bomba principal sem considerar perdas Internas – quantidade de bombas, de "x" litros por hora (l/h) cada uma Se forem feiras contas par relacionar os volumes e taxas de circulação dados acima, chegar-se-á a aproximadamente 14 vezes o volume do aquário. Por favor, não tome isso como regra ! Os resultados acima são coincidência, e contam com alguns fatores: 1 – Uso de wave maker 2 – Bombas com caminho desobstruído para a saída de água 3 – Uso de gira-giras 4 – Uso de rochas em volume não maior do que 25% do volume do aquário Mesmo levando em conta esses fatores, a disposição das rochas pode mudar a maneira como a água circula no aquário. A relação entre a altura do aquário e sua profundidade da frente até o vidro de trás também afeta essa taxa. É, portanto, necessário considerar que o fator mais importante é o bom-senso. Qualquer pessoa, mesmo não tendo prática em aquarismo, pode perceber certas coisas que indicam erros na disposição das bombas, ou a potência aplicada; 1 – A água nunca deve levantar a areia do fundo 2 – Os corais não devem estar sempre se fechando, ficando enrugados e com aspecto ferido 3 – A circulação da água deve ser de maneira que atinja todos os pontos possíveis do aquário 4 – Não se deve usar uma bomba só para todo o aquário, a fim de poder provocar turbulência quando os fluxos das bombas se encontram 5 – Deve-se providenciar o arranjo das bombas de maneira que a maior parte da circulação de água seja feita perto da superfície O problema de corais serem machucados é resolvido por simples observação; se o animal estava com melhor aspecto na loja, depois de uns três dias no aquário, há problemas. Por melhor que seja a água de uma loja, a de um bom aquário residencial a supera com facilidade. Portanto, é muito importante ser bom observador, e mudar o lugar do coral quando acontecer algo assim. Apesar de que os conselhos do lojista possam ser de grande valia, é melhor confiar mais no bom-senso; o lojista não está com você em casa, e muitas vezes nem conhece seu aquário pessoalmente. Tiramos de todo este artigo que o mais importante fator para se estabelecer uma boa circulação no aquário é muito subjetivo. Esse fator é, basicamente, aprender a observar. Com observação e bom-senso, podemos perceber que algumas das características de nossos aquários podem estar equivocadamente exageradas. A circulação de água é um fator de suma importância para os animais, e erros em sua execução podem levar a problemas muito sérios. Pode-se dizer que corais específicos precisam de corrente de água mais forte do que outros, como por exemplo Acropora spp. A solução coincide com a necessidade, pois geralmente corais que precisam de mais correnteza também necessitam de mais luz, portanto a solução é colocar esses corais mais perto da superfície. Animais como Tridacna spp, são as raras exceções; precisam de muita luz, mas pouca movimentação de água. Nesse caso, é necessário apenas usar luz potente, e colocá-las ao abrigo das correntes fortes. Devemos nos lembrar que o movimento de água no ambiente natural é bem diferente do que provemos aos corais em aquários, mas, mais uma vez, torno a insistir que o que fazemos é um pobre arremedo do que a Natureza faz há milhões de anos. Por mais bonito e impressionante que um aquário possa ser, nunca nos igualaremos ao Mar.
  4. iai galera tava na praia e coletei areia do mar ,e queria saber se depois de bem lavada eu poderia colocar no meu nano:o que eu tenho medo é se vai alterar o ph , mesmo lavando com agua doce pra reduzir um pouco a salinidade, pra quando colocar na agua nao ficar com uma taxa de ph alta(obs:meu nano é um marinho de 52l)vlw postem ai